quarta-feira, 25 de março de 2009

Contemplação da Mente Infinita


Não há palavras que possam descrever o júbilo da alma cujas impurezas são lavadas numa contemplação profunda - do que é Um com o Atmam, o seu próprio espírito. Só os que sentem esse júbilo, sabem o que É. Tal como a água se torna uma com a água, o fogo com o fogo, o ar com o ar, assim também a mente se torna uma com a Mente Infinita e assim alcança a liberdade final.

5 comentários:

  1. Querido Fausto, tento fazer o exercício do desapego todos os dias... quero uma alma liberta pq almejo a liberdade final.
    Seus textos sao profundos e sempre preciso ler duas vezes...
    Muito bom ter focado em blogues com dono feito tu.
    Adorei seu coment,
    Cristina
    * agora vou brincar ali do lado me incluindo nos teus ´seguidores`, o que já sou desde antes.

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  2. Textos de Upanishades traduzidos, por vezes têm que ser lidos e relidos porque nem sempre as traduções são as melhores, e às vezes nem nós próprios entendemos bem o que querem dizer à primeira, quantas vezes lemos um texto que não entendemos de imediato, a descoberta parte da meditação no texto, penso eu. Obrigada, também já clickei no seu blog novo...

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  3. Lindo aprendizado esse! Chegar lá é uma beleza! um abraço chica

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  4. Certa vez perguntaram a Jesus, o que erá a verdade, ele guardou um profundo silencio...
    fizeram a mesma pergunta a Buda, ele virou as costas e foi embora....
    é impossivel descrever através das palavras, as
    coisas do espirito.
    Abração,
    Taurus

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  5. O silêncio é conhecimento da realidade intrínseca de todas as coisas, as palavras apenas comunicam, o silêncio "existência-se", vive-se. Obrigado a todos pelos coments, muita pazzz...

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